1 de febrero de 2017

Algunos Lilys Británicos


Habíamos visto en posteos anteriores que lis -lily en inglés- es un nombre vulgar, (nv). Asignado a muchos géneros de plantas de interés ornamental y de esta manera conocidos luego en el mundo.
Aquí tenemos una lista con un grupo de especies cuyo nombre vulgar tiene incluida la palabra lily. Así está en una lista para Gran Bretaña, (UK, el Reino Unido), país con una enorme tradición y prestigio en jardinería y floricultura. Los nombres científicos están en cursiva. Nótese que algunos nombres al igual que el apellido de algunas personas, hacen referencia a un lugar donde se las observó o tomó como referencia, en alguna ocasión.



Agapanthus, nueva obtención en UK
depositada en la colección nacional









Reciente obtención de Alstroemeria
de la firma holandesa Könst




Alstroemeria, jersey lily
Agapanthus, african lily
Alstroemeria, peruvian lily, ulster mary
Convallaria, lily of the valley
Eremurus, foxtail lily
Gladiolus, sword lily
Gloriosa, flame lily, glory lily
Ixia, african corn lily
Lilium, lily
Nerine, guernsey lily
Scilla, cuban lily
Triteleia (syn. Brodiaea), queen Fabiola lily
Zantedeschia, arum, calla lily



Referencias en este blog


·LA FLOR DE LYS COMO SIMBOLO SOCIAL Y POLITICO EN LA TEMPRANA EDAD MEDIA EN ALEMANIA Click aquí

·La Flor de Lys, es una flor? Click aquí

lilies, lilis, lilien

Conservação de flores após a Colheita



Conservação de flores após a Colheita
Poscosecha de Flores Cortadas
Rolando Klasman - Cátedra de Floricultura
Año de la exposición: 2005. Texto tomado de las
diapositivas de la presentación original.

Departamento de Producción Vegetal 
Universidad Nacional de Buenos Aires
Palestra en Nova Petropolis - Rio Grande do Sul - Brasil
Taller y Conferencia para profesionales graduados, productores y comercializadores de flores


Claves para prolongar la vida de las flores cortadas
Avances en tratamientos poscolheita
l  Melhora a qualidade dos produtos
l  Permite incrementar variedade de produtos enviados ao mercado
l  Aumenta o número de mercados para aceder aos produtores com suas flores
Objetivos da palestra
l  Delinear
l  1) os maiores fatores que afetam a vida das flores cortadas
l  2) melhorar os métodos de manejo do produto para a comercialização e para a satisfação do consumidor.
Boa Poscolheita
l  Assegura envios de boa “qualidade”
l  Diminui a perda de dinheiro
l  Produtores
l  Atacadistas, distribuidores
l  Varejista – Venda ao publico
















 Flores procuradas
l  Talho reto
l  Talho rígido
l  Peso da flor
l  Tamanho de botão e talho proporcionados
l  Maturidade
l  Uniformidade
l  Boas folhas


Fatores que afetam a vida de hastes colhidos
l  Temperatura
l  Água
l  Alimento
l  Etileno
l  Crescimento
l  Doenças
l  Maturação
l  Embalagem

l  Temperatura
l  As flores são seres vivos. Respiram
l  A respiração gera calor .
l  As reservas se transformam em calor.
l  Crescimento e idade geram calor .
l  Quanto maior temperatura no ambiente,
maior taxa de respiração e produção de calor pelas flores em seu empacotamento.
Maior temperatura ambiente à 
CO2 + Calor = Maior taxa de respiração e
calor gerado pela planta.
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Produtos químicos frequentes utilizados como conservantes flores de corte (2005)



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Esfriar as flores

l  Rápida remoção do calor do campo e ótima temperatura de armazenamento é importante para manter a qualidade e uma satisfatória vida em vaso.
l  Baixando a temperatura das flores se reduz de maneira muito importante a respiração, o envelhecimento e o crescimento.



Sala fria para manter flores no Quênia. Foto tirada por delegação russa

 Temperaturas ótimas
l  A maioria das flores anda bem com temperaturas próximas de 0 °C.
l  Flores sensíveis às geadas como Anthurium, orquídeas tropicais, não podem estar a menos de 10 ou 12 °C. Outras flores como Gladiolus não podem armazenar-se a temperaturas menores a 4°C.



Teste com 1-MCP



Vantagens pelo esfriamento das flores
l  Os botão abrem lentamente.
Previne a perda rápida de água.
Previne aumento de temperatura pela baixa na taxa de respiração.
Baixa a sensibilidade ao etileno e baixa a produção de etileno pelas flores.
Baixa a perda de reservas armazenadas em talho, folhas e pétalas.

Esfriamento por pressão negativa
l  O sistema cria um pequeno gradiente de pressão que força ao ar a circular através das aberturas dos recipientes.
l  Isto cria um contato intimo entre o ar frio e o produto quente.
l  É um procedimento muito apropriado para operações em variadas dimensões.
Agua
l  As flores cortadas têm uma relação alta superfície/volume.
l   Perdem muita água em relação a outros artigos perecíveis.
l  A perda de água se realiza através das folhas, portanto o armazenamento deve fazer-se acima de 95% de umidade relativa (HR).
Desidratação 
O água se move através da planta por pressão negativa gerada pela evaporação através das folhas. Impedimentos:
l  Corte do talho da flor   Ruptura da tensão. Borbulha de ar = Embolia gasosa-. Restringe a entrada de água.
l  Pobre qualidade do água.
l  Oclusão bacteriana.
l  Oclusão fisiológica.

Remoção de embolia gasosa
l  Armazenar sob o água. Cortar 2,5 cm. Agregar ácido ao água do vaso até pH 3,2-3,5. Esquentar o água do vaso a 40 °C.
Melhoramento do água
l  Remoção da alcalinidade (conteúdo em CO3H-)
l  Água destilada, sem ou com reduzidos minerais (CE baixa).
l  Por agregado de ácido (H+) se melhora a circulação de água pelo xilema. 
Limpeza
Limpeza de baldes em forma periódica. Eliminação de fungos, bactérias e resíduos orgânicos. Água tratada com desinfetantes.
Armazenamento em frio
l  Por longos períodos, flores cortadas se armazenam em seco.
l  Por períodos curtos (1-4 semanas) em água ou soluções *preservantes.
l  Espécies como Gerbera, Asparagus, Dahlias, Freesias, Gypsophila, comportam-se melhor armazenadas em água.




Alimentos
l  Muitas flores são melhor colhidas em estado de botão. A goma e açucares armazenados pelas folhas provêem a energia para a abertura do botão.
l  Esta é a razão pela qual boas condições de cultivo (nutrição, alta radiação...) permitem construir reservas alimentícias e são importantes para a vida poscolheita.
l  A vida poscolheita de muitas flores pode ser melhorada pela adição de açúcar depois da colheita.


Pulso com soluções concentradas para conseguir uma melhor pós-colheita em Rosa 




l  Açúcar é usado para abrir flores colhidas em botão. Vem na formulação de muitos *preservantes. Exemplo: pulsado de Gladiolus durante a noite na câmara com uma solução contendo 20 % de açúcar. Melhora o tamanho da flor, número de flores e vida em vaso. 




Etileno
l  É um regulador de crescimento produzido em alta concentração por frutos madurando, combustão de máquinas, fumaças.
l  Certas flores como cravos são muito sensíveis e morrem rapidamente se são expostas a mínimas concentrações do gás etileno.

Antietileno
l  Armazenamento a baixas temperaturas e tratamento com tiosulfato de prata (STS).
l  Armazenamento prolongado de flores aumenta a sensibilidade ao etileno. Num quarto frio, a concentração de etileno pode elevar-se até causar danos. A ventilação é um método para eliminá-lo.
1-MCP al estado gaseoso. No daña el ambiente. 



Esta foto mostra alguns produtos anti-etileno e antimicrobiana



Doenças
A doença mas importante é  Botrytis cinerea. O fungo desenvolve rapidamente em ambientes úmidos e ainda frios.






Flores sensíveis ao etileno  
Achillea
Aconitum
Agapanthus
Allium
Alstroemeria
Anemone
Antirrhinum
Aquilegia
Asclepias
Astilbe
Bouvardia
Campanula
Carnation
Celosia
Centaurea
Chelone
Consolida
Delphinium
Dianthus
Dicentra
Digitalis
Eremurus
Eustoma
Freesia
Godetia
Gypsophila
Iris
Kniphofia
Lathyrus (Sweet Pea)
Lavatera
Lilium
Limonium
Lupinus
Lysimachia
Matthiola (Stock)
Phlox
Penstemon
Physostegia
Ranunculus
Rosa
Rudbeckia
Salvia
Saponaria
Scabiosa
Sedum
Silene
Solidago
Thalictrum
Trachelium
Tricyrtis
Triteleia
Trollius
Veronica
Veronicastrum


Bibliografía

·Wills, R.; Mc Glasson, B.; Graham, D.; Joyce, D. 1998. Postharvest, an introduction to the physiology handling. CAB International. 262 pgs. ·Serek, M.; Tamari, E.; Sisler, C.; Borochow. A. 1995. Inhibition of ethylene-induced cellular senescence symptoms by 1-MCP, a new inhibitor of ethylene action. Physiologia Plantarum. 94: 229-232. 1995
·Reid, M.; Evans, R.; Dodge, L. 1989. Ethylene and Silver Thiosulfate Influence Opening of cut Rose Flower. J. Amer. Soc. Hort. Sci. 114(3):436-440.
·Doi, M. & Reid, M. 1995. Sucrose Improves the Postharvest Life of Cut Flowers, of a Hibrid Limonium. Hort Science. 30(5)1058-1060. 1995
·Enfriar las flores. Klasman, R. 2001. Buscagro. Click aquí.
·Posproducción, Poscosecha y Calidad. 2003. Klasman, R. Ver, Click aquí

21 de noviembre de 2016

Visitantes a Floricultura 34 semana 12-19 noviembre 2016

     A quienes tienen una página o publicaciones en la Web, les resulta de interés conocer la evolución del número de visitantes que obtienen sus publicaciones o envíos. Puede haber publicaciones desconocidas, pero por suerte Google y otros buscadores, llevan a los navegantes a encontrar lugares con la información que andan requiriendo. Floricultura 34 ha conseguido mantenerse como página que constantemente recibe visitas de aquellos que están interesados en los contenidos que se van enviando al sitio. Nosotros publicamos temas referentes a la producción comercial de plantas y flores ornamentales y otros temas que nos parecen de interés, por lo menos a quien escribe.



Así en crudo este es un recorte de la imagen que nos proporciona Google, quien es nuestro mas estricto observador y ayuda para los envíos o posteos. Cuanto mas oscuro se ve el área del país, es donde tenemos la mayor proporción de visitantes a nuestro sitio web.

     Por suerte Google nos indica que cantidad de visitantes tiene cada entrada y otros datos interesantes para el editor. Aunque a veces escribimos sobre temas que sabemos de antemano que no son los estrictamente vinculados a la floricultura comercial y que pueden tener menor demanda, por lo tanto menos visitantes.

     Estas últimas semanas al observar las estadísticas que nos provee Google -Floricultura 34 está en un espacio de Google- hemos descubierto que tenemos como primeros visitantes entre los 10 primeros países que son fuente de origen de los navegantes, a los que provienen de los Estados Unidos de Norteamérica. Es una grata evolución del blog. A medida que se va conociendo nuestro blog, tenemos visitantes de países del mundo donde hay interés por temas que aquí tratamos. Bienvenidos sean todos!




     De esta manera, observamos que EUA durante las últimas semanas es el primer origen de los interesados en nuestra página Floricultura 34, seguido por los visitantes de nuestro país -Argentina-. Y como nos muestra el gráfico siguen en orden: Mexico, Colombia, España, Perú, Chile, China, Francia, Ecuador. Otros países también tienen interesados en la floricultura y son visitantes, pero no están entre los diez primeros como muestran estas estadísticas. 

     Además los porcentajes los sacamos a partir del número total de visitantes que nos provee Google. Ahora estamos hablando de miles de visitantes por semana. Agradecemos el reconocimiento que ha adquirido esta publicación y que pueda ser útil para todos quienes la necesiten. Por esa razón compartimos info de floricultura, luego de obtenerla de contactos directos con la producción o por recibir constantemente información especializada. 

Referencias

Datos de visitas en abril, mayo y junio: Páginas vistas de FLORICULTURA 34 hasta el 8 de mayo del 2016

 Las verdaderas cifras de los hispanos en EE.UU. y cuánto poder tienen. BBC en español 


9 de mayo de 2016

CULTIVO DE NARDOS PRIMAVERA OTOÑO, 2015-2016


Escribe: Rolando Klasman 
Colaborador Principal: Ingeniero Agrónomo Pablo Coremberg
Participaron alumnos del Curso de Producción de Bulbosas

En esta temporada que transcurre iniciamos la plantación de nardos -Polianthes tuberosa- "Tuberose", en el final del invierno principios de primavera del 2015. Para nuestra latitud del hemisferio sur, es agosto, septiembre.  En la zona de cultivo, ciudad de Buenos Aires, no había helado durante el invierno y las hojas de las plantas de nardo se mantenían enteras como se ve en la fotografía. Esto a diferencia de otros inviernos, en que luego de las heladas invernales de mitad del año, mostraban la parte aérea con las hojas marchitas por efecto de las bajas temperaturas.



Colonias y bulbos de 
nardos recién cosechados
a fin de invierno 2015,
que se van a preparar
para la nueva plantación.
Los bulbos tienen hojas
verdes sanas del crecimiento
anterios porque en la ciudad
de Buenos Aires no 
hubo heladas y las hojas 
mantuvieron su integridad   

 Propagación

Fue a partir de unas colonias subterráneas de túberos que teníamos recientemente cosechadas, que para multiplicar el número de plantas,  las seccionamos en partes pequeñas, entre las cuales, algúnos bulbos de mas de 2,5 cm de díametro se separaron y plantaron solitarios, sabíamos que nos darían las flores comerciales mas precoces dentro del ciclo de producción. Aquellos que vimos mas convenientes, decidimos  plantarlos como colonia. 

Calidad de las varas florales

Llamamos flores comerciales de 1ª en nuestro cultivo, a las varas gruesas que miden a cosecha 1,3-1,7 m de altura, con cañas fuertes, con las espigas bien llenas de flores. Aunque vemos en el comercio de flores, varios tamaños de "cañas" con flores mas cortas y finas.

 Nardos a la venta en puesto comercial. Febrero

En algunos cultivos donde no se hace división y alzado de los bulbos por alguna razón, las colonias de bulbos, se convierten en matas de gran diámetro, las que producen muchos mas tallos florales de menor largo, firmeza, largo de espiga, y por lo tanto menor precio en el mercado u otra forma de comercialización. Obviamente donde vemos colonias de varios años sin realizar labores por falta de personal o el recurso trabajo, esto requiere posteriormente labranzas de mayores potencias de trabajo y la asistencia de máquinaria, tractor e implementos acordes.

Ray grass -Lolium multiflorum y Lolium perenne- como abono verde. Una rotación en la floricultura a campo


Durante el período de descanso del lote a plantar,  -otoño, fin de invierno-, habíamos sembrado unas gramíneas de crecimiento otoño - invierno, primaveral, con el fín de incorporar mediante laboreo la hierba crecida del raygras y aprovechar las raíces de crecimiento profuso de las gramíneas en el suelo. Esto, con el objeto de enriquecerlo con la materia orgánica de las raíces de las gramíneas y su amplio microcosmos y mesocosmos biológico asociado, sumado al importante volumen de suelo explorado por las mismas raíces. Resulta de provecho, el mejoramiento físico del suelo que proporcionan las raices de las gramíneas cultivadas en la rotación, asi sea en un perído de 4 a 6 meses

 
Trazado de los surcos
mediante trabajo manual
haciendo lomos y surcos.
Se utiliza laya y pala de
punta para aflojar el suelo
e incorporar, la hierba
picada con desmalezadora
y pala. Luego se amontona
suelo con la azada
en una cresta triangular,
tomando prestado suelo
donde quedarán los surcos
en la parte mas baja



 En nuestro pequeño lote, tuvimos un abundante pastizal biespecífico, ya que la siembra realizada al efecto fue densa, en cuanto a la cantidad de semilla en gramos por metro cuadrado. El objetivo era producir un abono verde que aporta muchos beneficios a la riqueza biológica y a la estructura del suelo. Antes de marcar los surcos y realizar la plantación de los bulbos, incorporamos la parte aérea de las gramíneas y rastrojos, mediante la siega con desmalezadora y una moderada labranza realizada con herramientas manuales. (Palas, laya, azadas y rastrillo). Esto fue llevado a cabo en los primeras dos semanas de septiembre del 2015.

   

Construcción de la
parcela de plantación por el trazado de surcos paralelos
mediante el uso de herramientas
manuales. Participan parte
de los alumnos del curso
de producción de plantas
y flores "bulbosas" -geófitas-
Cabe destacar que entre estos alumnos, los hay hijos de productores horticolas y florícolas de distintas partes del país, mientras otros inician emprendimientos productivos propios

Lotes limpios, mayores rindes. Mejor que mil palabras vacías de verdades                                                                                                            


Durante el otoño previo a la siembra de la gramínea se dispersó sobre el suelo manualmente, un fertilizante fosfatado granulado de lenta solubilidad y liberación, que luego fue incorporado mediante la labranza junto con el rastrojo

Trabajo de plantación en líneas
siguiendo la guía y el nivel
dado por un hilo, para 
plantar a distancia y
profundidad indicada

El control de malezas de verano se realizó mediante un herbicida no selectivo, al inicio del cultivo en el perímetro del lote -0.20 metro-, a fin de que las gramíneas rizomatozas que crecen con calor en el período de mayores temperaturas desde la periferia, no invadan el lote. Luego el control de las malezas se realizó mediante trabajo manual, apenas emergidas las plántulas de las malezas o con muy pocas hojas verdaderas; este desmalezado se hizo durante el crecimiento y desarrollo del conjunto de las plantas del mismo del lote. Se puede agregar que el campito, previamente, estuvo invadido por varias malezas de dificil control que impedían los cultivos y disminuían las cosechas beneficiosas. Estas malezas fueron eliminadas por completo, mediante técnicas apropiadas, con los mejores recursos y herramientas agronómicas de nuestra gran agricultura nacional actual.

  
En esta etapa, poco después del inicio del cultivo, ya se
pueden ver la emisión de varas florales por el stand de plantas y
la no existencia de malezas, según las mejores técnicas
que creímos convenientes, a fin de obtener un plantío sin competencia de las malas hierbas. En este planteo educativo experimental, se involucró a los alumnos que se incorporarán a la practica productiva, con métodos 
basados en conocimientos agronómicos hortícolas modernos a fin de obtener altós rendimientos y mayor beneficio económico.
El criterio de la sustentabilidad y las buenas prácticas de
cultivo, no significan abandonar el avance de los conocimientos
científicos y tecnológicos que pongan freno a su desenvolvimiento económico y su propia 
sustentabilidad y permanencia como productores del medio rural.

Entre la plantación de los bulbos en septiembre y la emergencia de las plantas del cultivo pasaron muchos días hasta que el suelo aumentó su temperatura con el avance de la primavera, hasta alcanzar la temperatura base de crecimiento de Polianthes tuberosa



Las plantación se
realizó mucho mas
densa que en los 
cultivos comerciales
de nuestra zona 
bonaerense.
En la fotografía las
plantas ya estaban
por florecer y se ven
algunas varas en
prefloración. El suelo
siguió limpio de malezas
durante todo proceso de
cultivo.
                                                                                                
Preparamos una plantación, haciendo lomos y surcos trazados mediante líneas paralelas y entonces plantamos los bulbos en la porción media de la parte mas alta del suelo por debajo del hilo guía. El riego se manejó por inundación de los surcos con unos 30 mm de lámina de riego de acuerdo a la demanda del cultivo.
 

Cuando los brotes de los bulbos, emergieron se hizo la aplicación de un fertilizante nitrogenado -urea- con adición de otros macronutrientes y también micronutrientes, disponiéndolos en un pequeño hoyo junto a cada planta.


Durante el crecimiento de las plantas, 
se sucedieron los distintos
estadios fenológicos del desarrollo.
 Las plantas cuando tuvieron cierto
número de hojas, adquirieron 
volumen y percibieron las señales ambientales
que llevaron a las plantas a situación de prefloración.  
Luego de ello se estiraron los entrenudos y las varas con las espigas florales se fueron desenvolviendo previo a la antesis. Crecieron
en altura y diámetro.
Se observan hojas sin yemas
en la caña portadora de la inflorecencia




Otra vista del lote
con las cañas elongadas,
varas diferenciadas
en escapo e inflorecencias
previo a la antesis.
Es oportuno observar
que el bolting o estiramiento
para florecer, ha roto
la estructura arrosetada
que la planta tuvo
durante su crecimiento
vegetativo.  


Parte de las flores de una espiga


Vara florecida en 
el lote de cultivo.
Al atardecer 
es cuando se percibe
mas intensamente
el perfume de estas
flores de nardos.
Este otoño ha sido
muy lluvioso, con 
inundaciones en distintos
puntos del país y también
en la zona de horticultura
bonaerense. Tuvimos
encharcado nuestro
lote muchos días, tiempo
después de la cosecha. 
Esto dificultó las labores
en el cultivo.




Producción subterránea
de nuevos bulbos en una
sola planta en una temporada
de crecimiento. Pleno solsticio
de invierno.
Se ven los bulbos
grandes y la "colonia" formada
por los mas grandes y
por los pequeños bulbos que
brotan en su derredor.
Cosecha del 23 de junio, a
nueve meses de plantados.

Ciclo del cultivo

La duración del período entre que comenzó a vegetar y la primer cosecha de flores, llevó poco mas de 100 días. Las plantas hasta hoy 20 de mayo siguen vegetando y produciendo flores, aunque las plantas están desmejorando por la acción de las lluvias y la disminución de la temperatura ambiente, al aproximarse el tiempo mas frío del año. Los días se acortan, el sol es mas tenue, muchos días son nublados. El suelo se enfría. 

De todas maneras, las colonias aumentaron de volumen y damos por sentado que se han producido bulbos nuevos, que servirán como material de propagación para ampliar una próxima plantación.

Referencias

·Calidad de la vara floral como respuesta a fechas y tamaños de plantación de bulbos hijos de Polianthes tuberosa cv. La Perla. Klasman R.; Longoni, P.; Carrizo, P. (2004) .. pag. 72. XXIV Congreso Argentino de Horticultura Merlo. San Luis.


·Evaluación del cultivo y flores cortadas de nardos (Polianthes tuberosa L.) cv. La Perla en la provincia de Tucumán; primeros resultados. Vidal de Latina M.C1.; Klasman R2.
1 Cátedra de plantas Ornamentales y Floricultura, FA y Z – U.N.T. El Manantial. Tucumán
2 Cátedra de Floricultura, FA UBA–